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Ana Filipa Portugal7/16/2008 She Doesn’t Live Here Anymore
Aproveito este acesso inesperado para informar que me mudei para aqui:
www.anafilipaportugal.blogspot.com
Com muita pena minha porque este continua a ser o meu espacinho do coração! Pode ser que volte, um dia, se estes acessos deixarem de ser tão esporádicos!
A frase que serviu de título a este post é de uma música do Jay-Jay Johanson (http://www.youtube.com/watch?v=awxnfagxdxQ) 7/8/2008 Run, Filipa, Run
Venho para aqui mandar postas sempre que tenho ligação ao blog porque é raro…
Frases de auto-ajuda tipo Go, Filipa, go!... You will make it!!!. Tenho que deixar de me armar em avestruz e tirar a cabeça da areia! Não posso subestimar a real dimensão do meu problema! E estou terminantemente proibida de desistir (única e exclusivamente por causa das consequências directas dessa desistência, não por brio pessoal ou outras paneleirices que tais)! Isto é difícil! É muito difícil! E é suposto que seja! Estou lixada!!! Sinto-me a correr desalmadamente através de um campo minado! Com uma paz sacramental do outro lado, mas sem nenhuma garantia de lá chegar… AAAAAHHHHH… Run, Filipa, run!!!! 7/4/2008 STRESS TOTAL!!!!
Tenho uma epopeia para escrever em 4 meses!!! Sinto-me incapaz e impotente e estou a tremer de medo!!! Medo… medo… medo… À noite não consigo dormir e de manhã não consigo acordar! E só tenho vontade de me aninhar nos lençóis e não abrir os olhos!!! Abraça-me com muita força, por favor!!!! Preciso de ti! Tudo tem que ser possível… Socorro!!! 7/1/2008 Non Sense
Antes que amanhecesse e que nos beijos, alguém permanecesse para lá dos desejos, correste a fechar as cortinas do amor. Antes que o quer que fosse significasse, e que o depois doesse ou picasse, correste a abrigar-te do peso e da dor. Antes que viessem lágrimas e que se falasse, que se abrissem portas ou se conversasse, correste a fugir por onde pudesses fingir. Depois coração aos saltos sabe-se lá de onde para onde ou de onde para quê. Agora se quisesses e se procurasses, de pouco servia o que não sentiste. Alguém sacudiu o tapete da entrada, mergulhando o átrio numa poeira exagerada. E alguém se esqueceu de uma luz acesa e do tabaco espalhado em cima da mesa.
A distância não procura os espaços abertos, mas sim o fechares-me nos braços mesmo que sem me tocar, e sem mais nem menos fazeres-me voar...
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